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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Policiais civis do Rio Grande do Norte entram em greve por tempo indeterminado


BRASÍLIA  (Agência Brasil)  - Policiais civis do Rio Grande do Norte deram início hoje (6) a uma greve por tempo indeterminado. A paralisação por melhores condições de trabalho foi aprovada durante assembleia da categoria realizada ontem (5) à noite, na sede do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da SegurançaPública (Sinpol-RN), em Natal.
Segundo o sindicato, cerca de 1,3 mil agentes e escrivães civis aderiram ao movimento. A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social ainda não recebeu o balanço com o impacto do movimento. Ainda de acordo com o sindicato, apenas 30% do efetivo continua trabalhando normalmente para manter os serviços essenciais, conforme determina a Lei de Greve.  
Entre os setores que, segundo o sindicato, não terão as atividades comprometidos estão o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e os departamentos administrativos. A paralisação, contudo, afeta quem precisa recorrer às delegacias distritais e especializadas, onde o atendimento foi suspenso. Já nas delegacias de plantão, apenas os flagrantes estão sendo encaminhados. Ocorrências não são registradas e demais procedimentos também estão suspensos.
A pauta de reivindicações apresentada pelo sindicato inclui contratação de pessoas já aprovadas em concurso e realização de novo processo de seleção de agentes, escrivães e delegados; concessão de vale-refeição para toda a categoria e transferência dos presos que estão sob custódia em delegacias do interior. Os policiais civis também pedem redução na jornada de trabalho; pagamento de adicional noturno a todos os policiais que atuem em regime de plantão; implementação da carreira única na Polícia Civil, entre outras coisas.
O secretário estadual da Segurança Pública e da Defesa Social, Aldair da Rocha, disse à Agência Brasil que as reivindicações da categoria são legítimas. “Estamos discutindo a pauta e reconhecemos que grande parte das reivindicações são justas. Infelizmente, o governo estadual está enfrentando uma crise financeira muito forte e isso tem nos impedido de fazer tudo aquilo que gostaríamos”, comentou o secretário.
Ele adiantou que, durante a greve, o governo estadual poderá montar uma delegacia provisória em algum prédio público a fim de auxiliar no atendimento à população, caso seja necessário. A medida já foi colocada em prática durante a última greve dos policiais civis.
Rocha também reconheceu que muitas das críticas dos policiais civis procedem, como a necessidade de aumentar o efetivo e de contratar uma empresa especializada em limpeza.
“Lógico que não é justo o policial ter que cuidar da limpeza do prédio em que trabalha”,  comentou o secretário, alegando que a defasagem do efetivo, contudo, é um problema antigo que o governo tem tido dificuldades de superar.
Segundo o diretor financeiro do Sinpol-RN, Francisco José de Sousa Alves, a adesão dos servidores à greve foi maciça. “O governo está brincando com a segurança pública. Nossa Polícia Civil tem hoje o menor efetivo do país. Por falta de pessoal, as delegacias estão sendo fechadas à noite, nos finais de semana e feriados”, disse Alves. “Estamos em estado de calamidade. Os prédios estão caindo devido à falta de manutenção”, concluiu.

Polícia Civil do DF abre concurso para 300 vagas, o salário inicial é de R$ 7.514,3

Polícia Civil do DF Agente-2013
Tipo: Edital

Instituição:Polícia Civil do DF
Banca Examinadora:Cespe
Total de Vagas:300+CR
Remuneração: R$ 7.514,3
Datas de Inscrição:30/09/13 a 14/10/2013
Data da Prova:10/11/13
Escolaridade:nível  superior

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Cinco são achados mortos em casa de PMs na Zona Norte de SP

Um casal de policiais militares, o filho de 12 anos e mais dois parentes foram achados mortos nesta segunda-feira (5) em uma casa na Rua Dom Sebastião, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo. O imóvel estava cercado por veículos da PM nesta noite, informou o SPTV.
As outras duas pessoas mortas seriam a mãe de um dos policiais e uma prima. Até as 19h15, não havia informações sobre o motivo dos assassinatos.
Dois corpos foram baleados na cabeça e uma arma estava embaixo do corpo do menino. Vizinhos ouviram tiros no fim da manhã, horário que a polícia acredita que aconteceram as mortes. A rua está interditada para o trabalho dos policiais e da perícia.
O caso deve ser registrado no 45º Distrito Policial, na Vila Brasilândia. Até as 21h, a sala de imprensa da PM informava que não tinha a identificação das vítimas ou detalhes sobre o crime.
G1

Sancionada anistia criminal dos bombeiros e policiais militares

A Presidente da República Dilma Rousseff sancionou neste domingo (04), a Lei nº 12.848/13, que anistia policiais e bombeiros militares dos Estados de Sergipe, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Tocantins e Distrito Federal, acusados de motim, após participaram de movimentos reivindicatórios durante o período de 1997 até a data em que a lei foi sancionada, a qual será publicada na tarde de hoje no Diário Oficial da União extra.
Rumo a ALERJ no dia 07 de agosto, ás 14:00 h, na luta pela nossa anistia administrativa.
JUNTOS SOMOS FORTES!!!

PMs são reprovados em teste de preparo físico, escala 24x72h uma das soluções.

Levantamento feito por Jornal após o resultado do Programa de Condicionamento Físico da Polícia Militar, iniciado em 2013, mostra que a tropa esta fora de forma, talvez por reflexo de uma escala apertada, muitos trabalham no sistema 24x48, tendo ainda como maneira de complementar a renda trabalhar no RAS ou PROEIS na sua folga, o que acaba não sobrando tempo só tempo para o condicionamento físico mas também para o lazer e para família, a escala 24x72 é uma questão de necessidade para toda a família Policial Militar. 


Rio - O primeiro resultado do Programa de Condicionamento Físico da Polícia Militar, iniciado em 2013, não é nada animador e evidencia que a tropa precisa suar mais a farda. Após seis meses de avaliações, nas quais 1.514 policiais foram submetidos a exercícios, 85% do total foi reprovado. Ou seja: em média, a cada dez militares que fizeram provas de 12 minutos de corrida, abdominais, flexões e barras, apenas oito alcançaram um condicionamento físico satisfatório.

Inicialmente, a meta da PM era submeter os quase 45 mil policiais da corporação na ativa a um rigoroso diagnóstico até o final do ano. No entanto, os consecutivos eventos realizados no Rio nos últimos meses impossibilitaram testes mais amplos, já que boa parte da tropa foi escalada para trabalhar em turnos de 24 por 24 horas.




Por enquanto, foram avaliados militares de oito batalhões (Botafogo, Niterói, Méier, Maré, Ilha, Tijuca, Copacabana e o de Áreas Turísticas), oito Unidades de Polícia Pacificadora (Dona Marta, São João, Babilônia/Chapéu Mangueira, Tabajaras/Cabritos, Borel, Formiga, Andaraí e Salgueiro) e uma Delegacia de Polícia Judiciária Militar. Ao todo, 923 policiais foram reprovados e 591 mostraram que estão em forma.

“Nossa tropa ainda está muito sedentária. O maior índice de reprovação foi na parte de condicionamento. De força, na barra, vemos que eles estão bem, mas na corrida, não. Se eles estivessem bem, não se cansariam para correr atrás de um bandido, para subir um morro” explicou a major Luciana Rodrigues de Oliveira, comandante do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD).

A partir de agora, o grupo de reprovados será acompanhado por um policial, formado em Educação Física, que atuará como instrutor em cada batalhão ao longo de seis meses. Ao término deste período de atividades, os policiais serão avaliados novamente.

Meta é melhorar saúde e policiamento

A divulgação do primeiro relatório faz parte do projeto que tem por objetivo da uma vida mais saudável à tropa. Com a bateria de exames médicos e avaliações físicas de cada PM, os instrutores poderão trabalhar com atividades focadas, agindo na necessidade de cada militar.


Atividades realizadas por policiais militares, como o rapel, requerem um excelente condicionamento físico
Foto:  Ernesto Carriço / Agência O Dia
“Nosso objetivo com os testes e o programa é a saúde e a qualidade de vida do policial. É lógico que, no final de tudo, teremos uma melhora do serviço militar nas ruas”, completou a major Luciana Rodrigues de Oliveira.

A partir de agora, novos PMs serão submetidos ao Teste de Aptidão Física (TAF), que consiste em 12 minutos de corrida, séries de flexões (só para as mulheres), barras (só para homens) e abdominais. Até mesmo os oficiais irão participar do programa.

Dados da Diretoria Geral de Saúde da Polícia Militar diagnosticam que os principais males que afetam a saúde dos policiais e geram o posterior afastamento de suas funções são ortopédicos e cardiovasculares, gerados sobretudo pelo excesso de peso, sedentarismo e tabagismo.

Só no segundo trimestre de 2012, 4.001 policiais apresentaram problemas ortopédicos e 1.458 tiveram doenças do aparelho circulatório.

OS AVALIADOS

BATALHÕES

2º BPM - Botafogo

3º BPM - Méier

6º BPM - Tijuca

12º BPM - Niterói

17º BPM - Ilha

19º BPM - Copacaban

22º BPM - Maré

1ª DPJM - Polícia Judiciária Militar

BPTur - Áreas Turísticas

UPP

1ª UPP/2ºBPM (Dona Marta), 1ª UPP/3º BPM (São João) e 1ª UPP/19º BPM (Babilônia)

3ª UPP/19º BPM 
(Tabajaras)

1ª UPP/6º BPM (Borel)

2ª UPP/6º BPM 
(Formiga)

3ª UPP/6º BPM 
(Andaraí)

4ª UPP/6º BPM 
(Salgueiro)

MARÉ E FORMIGA: PIORES DESEMPENHOS

Para alguns batalhões, a análise criteriosa chega a ser alarmante. Nos dados divulgados no Boletim Interno referentes ao mês de junho, onde 288 policiais foram submetidos ao teste de aptidão física, algumas áreas tiveram rendimento muito abaixo da média. Durante as atividades de 26 PMs da 2ª UPP da Tijuca, referente ao Morro da Formiga, nenhum deles conseguiu obter resultado positivo.

No batalhão da Maré, as coisas também ficaram muito abaixo do esperado, demonstrando o sedentarismo de parte da tropa. De um total de 33 PMs, 31 foram reprovados.

Quem também precisa, literalmente, correr atrás dos prejuízo são os militares das unidades do 19º BPM (Copacabana), com 15 reprovações em 18 testes, e a 4ª UPP da Tijuca, do Salgueiro, com 15 “notas vermelhas” em 17 avaliações.

O rendimento dos policiais das Unidades de Polícia Pacificadora surpreende, já que parte da tropa é recém formada, e composta por jovens. Se levados em conta os dados do mês de junho deste ano, que apresentaram alguma melhora em comparação aos números do semestre, com 73% de reprovação, apenas as UPPs de Copacabana, Babilônia/Chapéu Mangueira e Tabajaras/Cabritos, estão bem avaliadas. Respectivamente, elas obtiveram mais de 60% e mais de 50% de aprovações. No todo, foram registradas 210 reprovações e apenas 78 resultados satisfatórios.

O Serviço de Atenção à Saúde da PM foi apresentado para a Secretaria Nacional de Segurança Pública. O programa prevê avaliações médicas, físicas, clínicas, odontológicas, nutricionais e psicológicas. Com a medida, a corporação espera diminuir o número de militares afastados por problemas de saúde e, automaticamente, aumentar o a quantidade de PMs nas ruas, além de melhorar a qualidade do serviço prestado por eles.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O Papa Francisco sensibiliza até o Comandante Geral da PMERJ


Depois do próprio Sergio Cabral admitir publicamente via a imprensa que o contato pessoal com o Papa o sensibilizou, chegando mesmo a assumir que não possuía um perfil de diálogo com os diversos seguimentos da sociedade, postura essencial a qualquer gestor da coisa pública que deve sempre primar pelo bom relacionamento com a população da qual é representante. O fato é que a falta de preparo político neste aspecto de interação com a sociedade fez com que a sua imagem fosse desgastada, o que acarretou a deflagração de procedimento formal de impedimento(impeachment) no Parlamento, além de clamores públicos através de manifestações, inclusive acampamentos ao redor da residência do Sergio Cabral pedindo a sua renuncia.
Provavelmente movido pelos mesmos sentimentos que tocou o governador no que se refere a correção de atitudes, o comandante geral da PMERJ publicou no BDR de nº 140, de 01 de agosto de 2013 uma das decisões mais sensatas da sua carreira ao determinar a abolição de todas as punições infligidas durante sua gestão, apresentando como motivação o fato de reconhecer o elevado moral de sua tropa e o alto grau de profissionalismo, além de reconhecer que a função policial militar rotineiramente desencadeia grave instabilidade emocional e psicológica, não sendo razoável exigir desses profissionais absoluta observância de todos os diplomas legais vigentes. Sendo assim, implicitamente reconheceu que eventuais transgressões não devem ser apuradas com excessivo rigor, característico da legislação castrense. Resta agora uma dúvida: será que o comandante geral nos próximos boletins determinará ex-officio a reintegração dos policiais militares punidos disciplinarmente com exclusão em virtude de participação em movimentos reivindicatórios por melhores condições de trabalho? Ou os excluídos deverão pleitear administrativa/judicialmente com base no principio constitucional da igualdade a reinclusão aos quadros da PMERJ?  Acreditamos que o bom senso demonstrado pelo coronel Erir irá prevalecer e será determinada a reintegração dos nossos bravos guerreiros.