Páginas

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Acidente grave na BR 101 em Macaé ceifa a vida de mais um motorista



Um homem morreu carbonizado na noite desta quinta-feira, no km 147 da BR-101, município de Macaé. Ao bater o seu carro de frente com um caminhão carregado de tijolos, o motorista do carro ficou preso nas ferragens e teve o corpo carbonizado após a explosão, que também atingiu o caminhão, mas o motorista do caminhão não ficou ferido. Por causa do acidente a pista ficou interditada por algumas horas.
O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé.

Vereador do Movimento SOS Bombeiros, na luta pela reintegração dos irmãos excluídos

 
Acho que não é nenhuma novidade para nossos eleitores que sou bombeiro. Sou também muito próximo dos heróis bombeiros que foram excluídos durante nossas manifestações em busca de melhorias salariais e condições de trabalho.
Sou e continuarei sendo um Vereador do Rio de Janeiro, e dedicarei meus próximos 3 anos e 4 meses de vida para defender nosso povo, o trabalhador e combater a corrupção.
Contudo, esse compromisso com o povo carioca não diminui e muito menos interfere na minha obrigação com os bombeiros e meus irmãos excluídos.
Faço essa introdução para não assustar nossos eleitores que podem ter se chocado com a minha imagem à frente do Palácio Guanabara, sede do governo estadual.
Dois dias atrás, o governador surpreendeu o mundo com declarações no mínimo curiosas. Declarou que foi contaminado com a humildade do Papa Francisco, que não é um ditador e que está aberto ao diálogo.
Por mais que eu não acredite nisso; existe aí uma ótima oportunidade política de conquistar o retorno para a corporação dos bombeiros excluídos. E como sou político, mais por força do cargo que ocupo do que por uma opção pessoal, estou aproveitando essa oportunidade e reivindicando a inclusão da questão dos bombeiros nesse pacote de bondade do governador.
Ontem compareci ao Palácio Guanabara para ter uma audiência com o Governador. Não fui recebido pelo mesmo e sim por seus assessores. Expus detalhadamente o que aconteceu com os bombeiros, qual a solução mais adequada e, principalmente, como seria bom para a imagem do Governador reintegrar os bombeiros excluídos.
Ainda aproveitei a visita para protocolar um ofício solicitando formalmente uma audiência com o governador para reivindicar a reintegração dos bombeiros excluídos.
Estou trazendo a público essas informações exatamente para evitar os boatos, que tanto confundem a cabeça dos nossos eleitores. Críticas, dúvidas e sugestões podem e devem ser direcionadas para o gabinete. Estamos aqui prontos para tirar qualquer dúvida e receber suas sugestões.
www.marciogarciarj.com.br

                                                                                    









           










Onda de Protestos derrubam credibilidade de instituições


Todas as principais instituições perderam boa parte da confiança dos brasileiros após os protestos de junho. Mas, entre elas, nenhuma perdeu mais do que a presidente da República: três vezes mais do que o resto. É o que mostra uma pesquisa nacional do Ibope, chamada Índice de Confiança Social. Feita anualmente desde 2009, a edição de 2013 foi divulgada nesta quinta-feira.

Entre 2012 e julho passado, todas as 18 instituições avaliadas pelo Ibope se tornaram menos confiáveis aos olhos da opinião pública. É um fato inédito nas cinco edições da pesquisa. O índice de confiança nas instituições caiu 7 pontos, de 54 para 47, e, pela primeira vez, ficou na metade de baixo da escala, que vai de 0 a 100. Na primeira edição, em 2009, marcava 58.

"É uma crise generalizada de credibilidade. Está refletindo o momento do país, os protestos de rua. Já havia uma queda leve nos anos anteriores, mas agora a perda de confiança se acentuou", diz a CEO do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari.

Nenhuma instituição passou incólume pela onda de protestos. Dos bombeiros aos partidos políticos, das igrejas aos sindicatos, todas as instituições se tornaram menos confiáveis para a população - inclusive os meios de comunicação, governo federal, prefeituras, Congresso e Judiciário. Uns mais, outros menos.

A confiança na instituição "presidente da República" foi a que mais sofreu. Perdeu 21 pontos em um ano. É três vezes mais do que a perda média de confiança das 18 instituições pesquisadas. Em 2010, com Lula no cargo, a Presidência era a 3º instituição mais confiável, atrás apenas dos bombeiros e das igrejas.

No primeiro ano de governo de Dilma Rousseff, seu índice de confiança caiu de 69 para 60. Recuperou-se para 63 no ano seguinte, e despencou agora para 42 - uma nota "vermelha". Em um ano, saiu da 4ª posição no ranking para a 11ª. Nenhuma outra instituição perdeu tantas colocações em tão pouco tempo.

O grau de desconfiança em relação à Presidência varia regionalmente. A queda foi pior no Sudeste, onde a instituição desabou de 60 para 34 pontos em um ano. Menos ruim foi no Nordeste, onde caiu de 68 para 54 pontos. Há diferenças entre as classes de consumo: 36 pontos na classe A/B contra 54 na D/E.

Para Marcia Cavallari, "a Presidência cai mais por conta da personificação dos protestos". Segundo a diretora do Ibope, havia uma grande expectativa na economia que não se realizou. "Isso acaba se refletindo mais na instituição Presidência".

O resultado é ainda mais preocupante para o Congresso e para os partidos políticos. Mesmo sendo os piores do ranking de confiança das instituições, caíram ainda mais: de 36 para 29 pontos, e de 29 para 25, respectivamente. Mantêm-se nos dois últimos lugares da classificação desde 2009.

A confiança no sistema público de saúde sofreu a terceira maior queda, de 42 para 32, e segue na 16ª posição. Daí candidatos de oposição que sonham disputar a sucessão presidencial em 2014 começarem a articular suas candidaturas em torno do tema.

A confiança no Judiciário também caiu, de 52 para 46 pontos, mas como as outras instituições caíram ainda mais, a Justiça foi da 11º para a 10º posição no ranking. "O Judiciário havia se recuperado em 2012 por causa do julgamento do mensalão", lembra a CEO do Ibope. Sinal de que nem toda queda é irreversível.

"Reversível sempre é, desde que ocorram mudanças perceptíveis, concretas para que essa credibilidade seja recuperada", avalia.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sem medo de retaliação, agentes penitenciários mantêm greve

Os servidores do Sistema Penitenciário (Sispen) de Mato Grosso decidiram manter a greve, em assembleia-geral realizada na tarde de quarta-feira (31), mesmo após o movimento ter sido considerado ilegal pelo Tribunal de Justiça, sob pena de multa de R$ 7 mil por hora de suspensão das atividades.

Nesta quinta-feira (1º), a categoria completa uma semana de greve no Estado.

O presidente do sindicato da categoria (Sindpen-MT), João Batista, afirmou que a categoria não teme represálias por parte do Governo do Estado – como cortes dos pontos e risco de prisão -, uma vez que uma das decisões da Justiça ampara o Governo a usar da força policial para prenderem os grevistas que se recusarem a retomar seus postos de trabalho.

Segundo Batista, o movimento será mantido segundo a cartilha de greve montada pela categoria, com apenas 30% do efetivo atuando nas 65 unidades prisionais do Estado – conforme determina a Lei de Greve, na Constituição Federal.

Atividades que beneficiem os reeducandos – como permitir a visita de familiares, advogados e oficiais de Justiça, a destranca das celas para o banho de sol e a entrega de “jumbos” (produtos alimentícios e higiênicos) – também não serão realizadas pela categoria.

Sem conversa

Segundo ao sindicato, o governador Silval Barbosa (PMDB) solicitou à categoria que suspendesse a greve para que as negociações entre as partes fosse retomada, o que foi negado pelos servidores durante a assembleia – inclusive, com o apoio de diversas lideranças sindicais, como a Ong Moral, o Fórum Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Batista alegou que, se quiser, o governador deverá aceitar negociar diretamente com a categoria – não mais por meio dos secretários de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Luiz Antônio Pôssas, e da Casa Civil, Pedro Nadaf – e durante o movimento grevista.

O presidente negou que o Estado já tenha cumprido seis dos 10 requisitos da pauta de reivindicações – bem como aguardar a votação de outros três itens pela Assembleia Legislativa (AL) –, como vem afirmando para a imprensa.

Segundo Batista, apenas a convocação de novos servidores – já classificados no último concurso – foi efetivamente realizada. O restante não teria saído do papel.

Agentes temporários


Em meio à greve dos servidores, a Sejudh deu início, nesta quinta-feira, ao processo de contratação temporária de agentes penitenciários para atuarem na Capital durante um mês, com salário de R$ 1.997,35.

Ao todo, 100 vagas deverão ser preenchidas e também haverá inscrição para cadastro reserva. Caso a greve dos servidores perdure, o contrato poderá ser prorrogado.

Os candidatos devem se apresentar das 9h às 15h, na diretoria do Sistema Socioeducativo em Cuiabá (Avenida Dante Martins de Oliveira – próximo ao Cisc Planalto), podendo estes ser contratados imediatamente após seleção, de acordo com a necessidade das unidades penais.

Os pretendentes ao cargo deverão comparecer munidos da documentação necessária (cópias e originais): RG, CPF, Título de Eleitor, Carteira de Reservista, comprovante de endereço, certidões negativas cíveis e criminais, comprovante de escolaridade (nível médio), declaração de não acúmulo de cargo.

Para Batista, a decisão do Estado é precipitada e será um “tiro no pé”.

“Como que o governo vai contratar gente sem preparação alguma?”, questionou.

Decisões judiciais

Por meio da assessoria jurídica, o Sindspen já está recorrendo, junto à Justiça, da liminar que declara que a greve dos servidores é ilegal e contra o pagamento das multas determinadas pelo desembargador Rondon Bassil Dower Filho.

Outras decisões do Estado, como corte dos pontos e possibilidade de uso da força policial para forçar os servidores a retomares os postos de trabalho, também serão questionadas pela categoria na Justiça.
Midia News

Polícia Militar do ES: aberta inscrição do concurso com salário inicial de R$ 2.631,97


A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) inicia hoje o prazo de inscrição para o concurso público que visa a preencher 2,1 mil vagas, das quais 1,6 mil oportunidades imediatas e outras 500 para cadastro de reserva. O salário inicial, após a incorporação, é de R$ 2.631,97.

O prazo vai até 16 de agosto, na internet, no site www.exatuspr.com.br. O valor da taxa de inscrição é de R$ 21,58.

O candidato que estiver inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal pode pedir isenção da taxa. O benefício também será concedido para o concorrente que for membro de família de baixa renda, nos termos da regulamentação do CadÚnico, e não tiver utilizado da isenção prevista na lei mais de três vezes neste ano. A solicitação deve ser feita hoje e amanhã. As instruções estão no edital de abertura da seleção.

O concurso contará com provas objetivas e de redação, teste de aptidão física (TAF), exame psicossomático, investigação social, exame de saúde, entrega de documentos e curso de formação. Os primeiros testes estão marcados para 15 de setembro. A previsão é de que os novos policiais estejam nas ruas até agosto de 2014.

Na opinião da diretora pedagógica do CEP, Ivone Goldner, os candidatos devem priorizar os estudos em Língua Portuguesa, disciplina com o maior número de questões. Ela afirma que treinar redação também é imprescindível, devendo o aluno estar focado em temas atuais, além de dominar as técnicas adequadas.

“O candidato deve optar por dividir o tempo entre as duas disciplinas e é importante incluir pelo menos uma hora por dia para leitura de jornais e revistas, atualizando-se acerca de temas afetos à política, meio ambiente e economia, por exemplo”, disse.

Com este novo concurso, o Estado vai atingir os 10 mil policiais na ativa até o ano que vem. Hoje o efetivo da corporação é de 7,8 mil policiais. Já estão sendo treinados 1,1 mil aprovados no concurso deste ano.

Seis mil candidatos vão ser chamados para o teste físico

Além de se preparar para o exame intelectual, o candidato precisa estar bem fisicamente. Conforme o edital de abertura da seleção, os 6 mil primeiros colocados nas provas objetivas vão participar desta fase.

“A preparação para o concurso da Polícia Militar exige, além do conhecimento intelectual, que o concursando esteja muito bem preparado fisicamente, pois o teste de aptidão física (TAF) tem eliminado muitos candidatos em vários processos da corporação. A dica então é aliar o estudo com a preparação física, pois, além de estar se preparando para o exame físico, também os exercícios para o corpo oxigenam o cérebro e auxiliam na assimilação das matérias da prova objetiva”, disse o coordenador da Rede Imperium/LFG, Dirceo Antonio Leme de Melo.

O TAF contará com exercício de flexão de barra fixa, sendo quatro repetições para os homens e uma para mulher. Já o abdominal remador é de 35 repetições para os homens e 30 para as mulheres. A corrida será de 3,2 mil e 2,8 mil, respectivamente.

Tatuagens e drogas podem reprovar

Uma das etapas do concurso público da Polícia Militar é o exame de saúde. De acordo com o edital, essa fase visa a verificar se o candidato preenche os padrões de saúde exigidos para a carreira.

O exame dermatológico pode ser pedido para observar, por exemplo, se o candidato possui tatuagens pelo corpo e o tamanho. O edital informa que o candidato pode ser considerado inapto se tiver “tatuagem definitiva situada em membros inferiores, superiores, pescoço, face e cabeça, que não possa ser coberta por uniforme de educação física da corporação, composto por calção ou short, camiseta de manga curta e meia de cano curto, ou outras tatuagens que acarretem a identificação do policial, possibilitando o seu reconhecimento e ameaça à sua segurança.

Há ainda o exame toxicológico que detecta todo tipo de substância usada pelo candidato, inclusive remédios e drogas. O usuário de drogas poderá ter problemas. Só para se ter uma ideia, o chamado “teste de drogas” pode indicar se uma pessoa usou-a há três meses.

O objetivo é detectar as drogas e a avaliação do grau de consumo. Com ele, é possível apontar o uso de 14 drogas, entre elas, maconha, cocaína, ecstasy, anfetaminas e heroína.

Saiba mais

Vagas
2.123 oportunidades, sendo 1.623 para vagas imediatas e 500 para cadastro de reserva.

Requisitos
Os candidatos precisam ter o nível médio e idade entre 18 e 28 anos.

Salário
A remuneração inicial do soldado combatente é de R$ 2.631, incluindo gratificações. No curso, os alunos têm remuneração de

R$ 1.064,25.

Etapas
O processo seletivo contará com prova objetiva, teste de aptidão física (TAF), avaliação médica e psicológica, além de investigação social.

Exames
A prova objetiva está prevista para ser aplicada no dia 15 de setembro, na Grande Vitória, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e Linhares. Serão 70 questões, sendo 40 de Língua Portuguesa e 30 de Matemática. Os candidatos também serão submetidos à prova de redação, que terá avaliação de zero a 30 pontos.
Fonte: A Gazeta