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sábado, 19 de outubro de 2013

Mesmo com reforço na segurança, petroleiros prometem ato contra leilão do Campo de Libra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Com a adesão dos petroleiros do Campo de Pargo, sobe para 40 o número de plataformas em greve na Bacia de Campos, no norte fluminense. Dessas, 21 estão sendo operadas por equipes de contingência da Petrobras e duas não aderiram à greve, iniciada na quinta-feira (17), por tempo indeterminado.

De acordo com o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio Moraes, a paralisação na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, também está com a troca de turno suspensa, mas o abastecimento de gasolina e diesel para os postos de combustíveis não está prejudicado, porque os dutos da refinaria distribuem os derivados de petróleo direto para os tanques das distribuidoras. O mesmo acontece com o gás distribuído pela Companhia de Gás (CEG), que também recebe o produto direto por dutos. O fornecimento para as residências está normal.
Moraes disse que o uso das tropas federais para garantir a realização do leilão do Campo de Libra, que será no Hotel Windsor Barra, na segunda-feira (21), não impedirá que os petroleiros façam um ato público contra a privatização do campo do pré-sal da Bacia de Santos. "Nós vamos participar do ato, com apoio dos movimentos sociais, mas o mais importante para nós é a manutenção da greve.”

Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 16,53%. A Petrobras oferece aumento de 6,09% (IPCA) no salário-base, além de 7,68% na Remuneração Mínima por Nível e Regime (RMNR), e um abono equivalente a uma remuneração ou R$ 4 mil, o que for maior.

A Petrobras informa que não dará opinião sobre os motivos da greve dos funcionários e mantém as informações da nota divulgada na quinta-feira. A empresa disse ter adotado medidas para garantir a normalidade das operações "de modo a não haver qualquer prejuízo às atividades da empresa e ao abastecimento do mercado, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e das instalações da companhia".
A segurança da região da Barra da Tijuca onde ocorrerá o leilão será feita pelo Exército, com reforço da Marinha, da Força Nacional e da Polícia Militar, a partir da madrugada de domingo (20), com patrulhamento ostensivo na faixa do litoral e nas vias do entorno do Hotel Windsor. A área de atuação das forças de segurança está delimitada pelas avenidas Lúcio Costa, Érico Verissímo, Armando Lombardi, Afonso Arinos de Melo Franco e o Canal de Marapendi.
O efetivo total empregado na operação terá cerca de 1.100 homens, entre militares e policiais federais e estaduais, policiais civis, guardas municipais e funcionários públicos. Em nota, o Comando Militar do Leste (CML) pede aos motoristas que evitem a região entre o domingo e a segunda-feira, por causa de retenções no tráfego nas vias próximas ao hotel.

Por determinação da Presidência da República, a prefeitura do Rio vai implantar um esquema especial de trânsito e de transporte na Barra da Tijuca. Em função de pontos de bloqueio estabelecidos pelo governo federal, haverá interdições de vias e alterações nos itinerários de ônibus. As mudanças começarão à 0h de segunda-feira (21) e vão durar até o fim do evento.

A Avenida Lúcio Costa será interditada no trecho entre as ruas John Kennedy e Deputado José da Rocha Ribas. As autoridades federais recomendam que os moradores devem levar um comprovante de residência e para circular pela área. Os ônibus que passam pela Avenida Lúcio Costa circularão pelas avenidas das Américas, Armando Lombardi e Ministro Ivan Lins.
Cinquenta agentes, entre guardas municipais e controladores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), vão atuar na região orientando os motoristas. Quinze painéis móveis darão informações e orientações sobre as condições do tráfego. O Centro de Operações Rio (COR) vai monitorar a área do evento com câmeras e técnicos da CET-Rio implantarão ajustes na programação dos semáforos, sempre que necessário, com o objetivo de garantir a fluidez do trânsito.

Edição: Andréa Quintiere

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Concurso PMERJ 2013, corporação discute datas do concurso.

Corporação discute datas do concurso para soldados

O cronograma do concurso para soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ) já está sendo discutido com a AVR Assessoria Técnica Ltda. (Exatus Concursos), organizadora contratada, segundo a Assessoria de Imprensa da corporação. Ainda de acordo com o setor, não será dada uma previsão para divulgação das datas, “para não gerar falsa expectativa entre os futuros candidatos”. A PM-RJ vai preencher 6 mil vagas, 600 delas para mulheres, e incluirá cotas para negros e índios.
De acordo com o edital do concurso, já publicado, para ser soldado, além do nível médio, é preciso possuir carteira de habilitação, no mínimo na categoria “B”. A comprovação desses requisitos ocorrerá na fase de entrega dos documentos. Também são requisitos do cargo a altura mínima de 1,60m, para mulheres, e de 1,65m, para homens, além de idade entre 18 (na matrícula) e 30 anos (até o fim do período de inscrição). De acordo com o Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), a idade obedece à Lei nº 4.381, do Estatuto do Policial Militar.  

As inscrições serão realizadas no site da organizadora, em período a ser definido. Quem não tiver acesso à internet poderá utilizar os computadores disponíveis no Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), das 9h às 17h. A taxa será de R$100, e a isenção poderá ser solicitada pelos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), integrantes de família de baixa renda. O concurso constará de sete etapas, com a organizadora sendo responsável pelos exames intelectual (prova objetiva e redação), médico e psicológico. As demais fases (exames antropométrico, físico, toxicológico e investigação social e documental) ficarão a cargo da própria corporação.
Fonte fdirigidaonline

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Site da PMERJ sofre novo ataque de harckers e grupo anonymous Brasil assume autoria.

O site da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro saiu do ar na noite desta segunda-feira (14) após ser alvo de hackers. O grupo anonymous Brasil, que incentiva protestos e posta vídeos de manifestações em redes sociais, assumiu a autoria da ação em um de seus perfis numa rede social.

Em mais de uma postagem, o grupo chama atenção para o ataque. Numa delas, diz: ''PMRJ hackeado."

Em outra, atenta para uma vídeo postado em outra comunidade virtual, no qual aparecem imagens feitas pelo grupo durantes protesto que culminaram em violência.

Na abertura do vídeo, aparece a citação: "Está na hora de voltar às ruas..Dia #15deOutubro..Manifestação nacional a favor da educação".

Procurada, a PM confirma a invasão do seu site e diz que está trabalhando para restabelecer o conteúdo original da página para recolocá-la no ar. A polícia não confirma, porém, a autoria do ataque ao seu site.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Bandidos roubam moto, são surpreendidos por Policial e vítima fala para o bandido "vai roubar agora no inferno"

Vítima agradece ao Policial pela ação e manda bandido ir roubar agora no inferno.

Um vigilante de 35 anos com uma câmera acoplada no capacete filmou um assaltante roubando sua moto e depois um policial militar atirando no criminoso. O caso aconteceu na tarde de sábado (12) em São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo.

O vídeo, que circula nas redes sociais, mostra a visão da vítima, que pilotava uma Honda Hornet branca. No cruzamento das avenidas Doutor Assis Ribeiro e Gabriela Mistral, o assaltante, Leonardo Escarante Santos, de 18 anos, desce da garupa de uma Twister vermelha e manda a vítima entregar a moto. "Para, para, para. Dá o alarme", diz o rapaz. 

A vítima entrega o veículo e o alarme. "Pode levar, não tenho arma não, não sou polícia não", diz o vigilante para o assaltante. Quando Santos sobe na moto, um PM sai de um carro preto e atira no criminoso. Enquanto o rapaz está caído, a   vítima agradece várias vezes ao policial. "Obrigado, obrigado", e diz para o bandido "Vai roubar agora no inferno".





domingo, 13 de outubro de 2013

Concurso PMERJ processo seletivo 2013.

Publicado contrato com a Exatus! Calendário sairá em breve

Mais um passo decisivo rumo à abertura do concurso para 6 mil soldados da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ): 40 dias após a confirmação da AVR Assessoria Técnica Ltda. (Exatus Concursos) como organizadora, o contrato, finalmente, foi assinado. A assinatura ocorreu no último dia 2, e o extrato do contrato foi publicado na última segunda-feira, dia 7, no Diário Oficial do Estado. A expectativa é que o cronograma, com o prazo de inscrição e datas das provas, seja divulgado em curto espaço de tempo. O concurso também será aberto às mulheres, que terão 600 vagas, e incluirá cotas para negros e índios. O edital já foi publicado, mas sem o cronograma.

Candidatos prejudicados - A morosidade na abertura do concurso tem atrapalhado a vida dos futuros candidatos, principalmente aqueles que estão próximos de completar o limite de idade, 30 anos, até o fim do período de inscrição. De acordo com o Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), a idade obedece à Lei nº 4.381, do Estatuto do Policial Militar. Para o coordenador do Centro de Estudos Guerra de Moraes, professor Carlos Eduardo Guerra, a demora na divulgação demonstra falta de planejamento adequado na instituição. Já o comentarista de segurança pública da TV Record no Rio, Paulo Amêndola, acredita que isso é consequência do excesso de burocracia que impera no estado. "Os concursos públicos, normalmente, são bastante demorados, pois as suas regras devem obedecer a um grande número de fatores. "Alguns podem gerar muitas polêmicas, às vezes provocando até a suspensão do certamente, por decisão judicial", afirmou.

Segundo Carlos Guerra, o atual efetivo da PM está muito aquém das demandas e a demora na divulgação do cronograma do concurso coloca em risco a política de segurança. "Devem ser acrescidas as manifestações, pois, com elas, o efetivo fica deslocado para os eventos, aumentando o déficit em outros setores", explica. Paulo Amêndola acredita que muitos candidatos desistem do concurso por causa da indefinição. "Os concursos sempre geram expectativas nos candidatos, e não tendo uma definição bem clara desde o primeiro edital, podem ocorrer, de fato, desistências, ou, até mesmo, situações em que o candidato venha a ser aprovado em outro concurso e desista do primeiro", disse.

Carlos Guerra salienta que apesar da demora, o participante não deve abdicar do concurso. "O candidato deve utilizar em proveito o adiamento, aumentar o ritmo de estudo e qualificar-se mais", enfatizou. De acordo com Paulo Amêndola, essa indefinição sobre o concurso pode afetar psicologicamente o candidato, refletindo negativamente em sua preparação. "Pode até afetar alguns candidatos, entretanto, os testes psicológicos para ingressar na Polícia Militar são aplicados de forma a eliminar aqueles que não possuem controle emocional e estabilidade psicológica. Se o candidato se sentir afetado psicologicamente pela indefinição e pela demora do concurso, de plano se coloca como derrotado no primeiro embate", observou. Os especialistas são unânimes em afirmar que o período eleitoral não atrapalhará a realização do concurso ou a posse dos aprovados. "O período eleitoral restringe a admissão do servidor público aprovado em concurso no período de 90 dias que antecede a eleição até a posse dos eleitos", confirmou Paulo Amêndola.
Fonte folhadirida online

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Policial da UPP da Cidade de Deus, no Rio, é morto a tiros em serviço

Dois homens passaram atirando de uma moto. Agente, que foi baleado no peito, foi levado para a UPA.


O policial Anderson Dias Brazuna, de 34 anos, foi morto a tiros enquanto fazia uma ronda na Avenida Miguel Salazar Mendes de Moraes, na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, na noite deste domingo (6). 
Segundo depoimentos, o soldado, que trabalhava na UPP da comunidade, averiguava uma denúncia de um carro roubado. Três pessoas que estavam no automóvel seriam detidas, mas uma delas fugiu. A ação policial provocou a reação de cerca de 50 pessoas que estavam numa festa próxima do local aonde ocorreu a abordagem e houve confusão. Durante a discussão, dois homens passaram numa moto e efetuaram os disparos.
O agente foi baleado no peito e, apesar de ter sido socorrido, morreu antes de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da comunidade. Um dos suspeitos também foi baleado e levado ao local.
G1 Rio