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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Aquino do Papa entrega contracheque ao Papa Francisco

Queridos amigos, esse policial da foto é o 3º Sargento PM Aquino do 25º BPM de Cabo Frio.
 
Aquino do Papa como é conhecido, ganhou esse apelido durante uma das visitas do Papa João Paulo II ao Brasil, onde o mesmo conseguiu furar o bloqueio dos seguranças e entregar o seu contracheque ao Papa João Paulo II.


Aquino sempre lutou por melhores salários e melhores condições de trabalho na Polícia Militar, tendo até ter sido preso em Bangu I pela polícia secreta de Sérgio Cabral durante o movimento reivindicatório de 10 de Fevereiro de 2012.

E agora mais uma vez, Aquino consegue chegar até o Papa Francisco junto com o seu filho Cauã e entrega ao Papa o seu contracheque e uma carta onde relata a forma que os policiais militares são tratados no Brasil, e pede também que o Papa abençoe a PEC 300, que é a PEC que trata da isonomia salarial dos policiais e bombeiros de TODO O BRASIL.
 
Peço a todos os amigos que me ajudem a divulgar.
FONTE: Cris Monsores


domingo, 28 de julho de 2013

Cabo Anastácio, um dos lutadores pela PEC 300 e pela categoria policial militar é desrespeitado e preso.

Como todos sabem, falar em política, falar em direitos dentro do militarismo, para quem não tem um mandato, é no mínimo arriscado. Venho sofrendo assédio moral, que pode ser comprovado por vários procedimentos recorrentes, muitos sendo apensados (juntados), inclusive para "fundamentar" a minha exclusão. Na data de 26/07/13, recebi uma guarnição para me notificar. O militar desceu, me cumprimentou e me perguntou se eu iria assinar. Disse que não, conforme direito constitucional, me reservava. Ele ligou para alguém, em tom irônico e disse que eu estava estressado, (de fato estou licenciado por problemas psiquiátricos). Em seguida, enquanto eu conversava com um vizinho, ele surtou e começou a gritar dizendo, com o dedo apontado contra o meu rosto: -"se comporte como homem! Não como moleque!" - Imediatamente respondi questionando: - Quem é o senhor para vir na porta da minha casa me xingar?. Me virei, até porque estava livre, e já tinha me negado a assinar o documento, e subi para o meu apartamento. Passados 10 minutos várias viaturas começaram a chegar na porta da minha residência, e inúmeras vezes o interfone foi tocado, pedindo para que eu descesse. Eu fui a janela e um oficial em tom firme, porém educado, me comunicou a voz de prisão, alegando que eu havia desrespeitado um militar. Disse a ela que eu não desrespeitei, e sim fui xingado por ele. Ela me disse que ele tinha testemunhas, e eu disse que também tinha, para comprovar o contrário. A partir daí ela foi taxativa ao dizer: "se você não descer agora, estará como foragido da PM". Disse a ela que iria me apresentar com o meu advogado e ela foi embora, junto com as demais viaturas! Resumindo, fui provocado, xingado na porta da minha casa, na frente dos meus vizinhos e parentes, e ainda me deram o recado de que eu estaria preso! Na justiça terei oportunidade de esclarecer os fatos. Nesse momento estou foragido e na semana que entra me apresentarei acompanhado de meu advogado. Esse é o preço de se ter um blog, de se inteirar dos movimentos sociais, de querer ser cidadão como outro qualquer. Estou marcado! Orem por mim! Obrigado à todos, e respeito os que me respeitam, sempre será assim, minha mãe me ensinou, quando eu tinha uns 5 anos...por aí...

Texto do próprio Anastácio

Candidatos criticam valor de 100 reais para inscrição em concurso da PM

Valor da inscrição para o concurso do detran será de 10 reais enquanto que para  o da PM será R$ 100,00.

Com o objetivo de reforçar o efetivo, principalmente para garantir a segurança dos grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além de apoiar o processo de pacificação, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ) já divulgou o edital do concurso para 6 mil vagas de soldado (veja matéria abaixo). No entanto, os candidatos estão criticando a corporação por estabelecer uma taxa de inscrição alta, no valor de R$100. 

Muitos candidatos ouvidos pelo jornal especializado em concursos a FOLHA DIRIGIDA defendem que esse valor seja revisto. É o caso de Luana Doria, que está estudando há mais de um ano para esse concurso. “Acho que se deve pensar no público-alvo, porque uma taxa de inscrição de R$100 vai excluir de imediato o trabalhador que ganha um salário mínimo. Tendo em vista, também, que a taxa de um concurso de nível federal, com salários mais altos, gira em torno de R$100, cobrar um valor exorbitante em uma seleção estadual para soldado é se aproveitar da expectativa dos candidatos que aguardam e se preparam há muito tempo”, disse. 

Bruno Mattos também acredita que o valor está acima da média para concurso de nível médio. “Se fosse um concurso de grande complexidade, tal como o da Receita Federal, que oferece também um salário muito mais atrativo, até entenderia. Está certo que a última seleção para soldado da PM-RJ foi em 2010, mas, na ocasião, o valor foi de R$65. Acho que esse seria um valor mais justo. Eu não vou deixar de fazer o concurso, até porque estou estudando faz tempo, mas acho que o governador deveria tomar uma providência e mandar baixar a taxa de inscrição. Não pode um concurso da PM-RJ cobrar R$100 e o do Detran, que também exigia apenas o nível médio, apenas R$10. É uma discrepância muito grande”, justificou. 

A opinião é compartilhada por Rafael Aguiar. “Achei o preço da taxa bem abusivo pelo subsídio e periculosidade do cargo. Nesse caso torna-se desproporcional o valor cobrado”, alega. Carlos Babo, que também pretende concorrer ao concurso, questiona como será utilizado o valor da taxa de inscrição. “A PM-RJ tinha que ser mais clara e informar para onde vai o dinheiro da inscrição”, afirmou. 

A alta taxa está fazendo com que Maiara Bernardo pense duas vezes se vai ou não participar do concurso. “Achei um absurdo, estou pensando em tentar isenção. Outra opção é desistir do concurso”, enfatizou. Já Diego Sampaio não pensa em desistir da fazer o concurso, mas acha que os futuros candidatos deveriam se mobilizar para pressionar o governo do estado e a PM-RJ a reverem o valor cobrado. “A recente onda de protestos mostrou a força do povo. Se não fosse pela pressão popular, as passagens de ônibus não teriam sido reduzidas. Acho que se os candidatos se organizassem, poderíamos fazer um abaixo-assinado para tentar baratear a taxa de inscrição”, disse.

sábado, 27 de julho de 2013

Manifestação em São Paulo com faixa "VAZA CABRAL" em apoio aos manifestantes do Rio, termina com 8 detidos.

Após a manifestação da noite de ontem (27) na capital paulista, que terminou com agências bancárias depredadas, pichações, semáforos e lixeiras destruídos, por um grupo de baderneiros, oito pessoas foram detidas e encaminhadas ao 78º Distrito Policial, nos Jardins.

De acordo com a Polícia Militar, seis deles foram qualificados e liberados em seguida, mas devem ser chamados pela polícia para auxiliar no reconhecimento dos responsáveis pela depredação. Os outros dois que continuam presos foram encaminhados à Polícia Federal, por estarem com cartões bancários clonados.

A manifestação de ontem reuniu 400 pessoas, que foram pras ruas em apoio aos manifestantes do Rio de Janeiro. O ato começou na Avenida Paulista, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), e seguiu bloqueando a via no sentido Paraíso. O grupo seguiu pela Avenida 23 de Maio em direção ao centro.

A PM reprimiu o protesto próximo à Rua Pedroso, quando os manifestantes atacavam a fachada de uma concessionária de veículos. A partir da ação policial, o grupo se dispersou pelas ruas da região da Liberdade.
Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Na Era das Gratificações , da Visibilidade, dos Grandes Eventos, Segurança do Policial Não tem sido Prioridade.

Fatos e argumentos, velho ditado que diz que contra fatos não há argumentos, pode ser aplicado na atual situação pela qual os Policiais Militares do 8º BPM vem passando, pois conforme titulo da postagem, mesmo continuando com a política de gratificações o Governo infelizmente tem esquecido do maior bem que possui que é o Policial Militar, hoje os Policiais Militares do 8º BPM estão trabalhando sem o Colete Balístico, pois os mesmos estão vencidos, o que demonstra que a segurança do Policial Militar, não está sendo a prioridade, esse triste fato confirma tal posição de não prioridade da vida do Policial Militar.

Quando na condição de Vereador, por diversas vezes o Cabo Alonsimar de Oliveira, denunciou na tribuna da Câmara dos Vereadores, em jornais, quando em Brasilia em mais uma missão da PEC 300, que apesar de tantas lutas não acabou e que será uma das  grandes vitorias pois o Policial Militar não dependerá mais de gratificações e se ficar doente não terá o seu salário reduzido, a referida situação da falta de coletes e da questão da validade, inclusive sobre publicação em Boletim da Corporação, que informa a desobrigação do uso do colete, ontem conforme divulgado por jornais de grande circulação no país, o papa francisco criticou a política das UPPs criada pelo Governador Sérgio Cabral, papa Francisco atacou a estratégia de "pacificação" das favelas no Rio de Janeiro, alertando que, enquanto a desigualdade social não for resolvida, "não há paz duradoura". em plena Favela da Varginha, no Rio, ele fez um dos discursos de cunho social mais importantes de seu pontificado e convocou os jovens a continuar pressionando por melhorias, em um sinal de seu apoio aos manifestantes que tomaram as ruas do Brasil desde junho, o  papa ainda completou: a grandeza de uma nação só pode ser medida a partir de como ela trata seus pobres, numa referência indireta à insistência do governo de vender o Brasil como uma das maiores economias do mundo e, ao mesmo tempo, não dar uma solução às suas favelas.

O papa Francisco falando ainda sobre pacificação citou que "Nenhum esforço de pacificação será duradouro, não haverá harmonia e felicidade para uma sociedade que ignora, que deixa à margem, que abandona na periferia parte de si mesma", declarou ainda o papa durante o discurso. E alertou: "Uma sociedade assim simplesmente empobrece a si mesma, perde algo de essencial para si mesma."

Como esta claro. seja pelas palavras do papa, seja pelas ações como as demonstradas pela falta de coletes, os fatos mostram que a política de segurança do Governo Estadual, e de dar visibilidade e de se voltar para grandes eventos, as demais situações para um segundo plano, deixando sem argumentos que consigam explicar uma questão de como pode não haver coletes ou os mesmos estarem vencidos.
É contra fatos não há argumentos!


quinta-feira, 25 de julho de 2013

ACSPMESP discute a violência sofrida pelos profissionais de segurança pública durante as manifestações em São Paulo

acspmesp_reuniao
Em uma reunião na Associação dos cabos e soldados da PMESP com a presença do deputado major Olímpio, o ex-comandante geral da PMESP, atualmente vereador pela cidade de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo e o presidente da Associação, cabo Wilson, dentre outras autoridades foi discutido a “inversão de valores” e a violência sofrida pelos profissionais de segurança pública durante as manifestações em São Paulo, também se discutiu as condições de trabalho e os baixo salários. Segundo o presidente da ACSPMESP cabo Wilson algumas reinvindicações serão levadas ao governador do estado Geraldo Alkmin e caso não se obtenha um concenso é possível uma greve da categoria, diz cabo Wilson. Veja a matéria na íntegra no vídeo abaixo: