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sábado, 11 de maio de 2013

Em análise Concurso para o Corpo de Bombeiros.


Seplag analisa pedido de abertura de 610 vagas

O secretário de Planejamento e Gestão do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Ruy Barbosa, informou à FOLHA DIRIGIDA que o pedido de concursos para o Corpo de Bombeiros (CBMERJ) está em análise na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), com perspectiva de abertura no segundo semestre. A oferta solicitada é de 610 vagas, sendo 400 de soldado combatente, 150 de guarda-vidas e 60 de artífice mecânico. Segundo o secretário, o quantitativo de vagas poderá ser alterado, e os selecionados serão nomeados em 2014. “A Seplag está avaliando o impacto orçamentário e as necessidades do quadro com a corporação. O edital do concurso deve sair em agosto ou setembro, com a definição do orçamento para 2014”, completou Sérgio Ruy Barbosa.  

A Seplag é responsável por verificar se existem recursos no orçamento para atender à demanda, porém cabe ao governador autorizar a seleção. O cargo de soldado combatente requer o nível médio e carteira de habilitação na categoria “B”. O regime de contratação é o estatutário, garantindo a estabilidade empregatícia. Para quem pretende concorrer ao cargo de soldado combatente, o diretor-geral de Pessoas dos Bombeiros, coronel Gilvan de Castro, já havia informado que o programa será o mesmo da seleção para motorista, realizada no ano passado. A única diferença é que não haverá Legislação de Trânsito. Ou seja, os candidatos serão avaliados somente por meio de questões de Língua Portuguesa e Matemática.

O último concurso para guarda-vidas dos Bombeiros foi organizado pela FunRio, em 2008 (março), para 300 vagas. Puderam participar os candidatos nascidos a partir de 1º de fevereiro de 1984, ou seja, com até 23 anos. Além disso, era necessário ter altura mínima de 1,60m (para ambos os sexos) e o ensino médio completo. O cargo de artífice teve sua última seleção realizada em 2001, com exigência apenas do nível fundamental. No entanto, o comandante-geral do CBMERJ, coronel Sérgio Simões, afirmou que deverá ocorrer mudança. “A tendência é que mude para nível médio. Mas teremos de analisar como o mercado funciona. O importante é que esse profissional seja competente”, informou em recente entrevista à FOLHA DIRIGIDA. 

Fonte: Folha Dirigida Atualização 08/05/2013

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